[Fotos/Imagens] "Tinha certeza de que me arrependeria para sempre se não conseguisse fazer isso": Non relembra Neste Canto do Mundo, que completa 10 anos (Foto 1)
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Desde o dia 16 de setembro, está sendo realizado em Tóquio, no YURAKUCHO MUSEUM, o evento "MAPPA EXPO 15th Anniversary". É uma exposição que permite relembrar as obras que marcaram a história da MAPPA, como o filme Chainsaw Man The Movie Reze Arc e o anime JUJUTSU KAISEN, por meio de materiais de produção e peças de modelagem expostas.

Antes da abertura oficial da "MAPPA EXPO 15th Anniversary", foi realizada uma prévia para a imprensa e um evento de abertura, nos quais subiu ao palco Non, que interpretou Suzu Hojo em Neste Canto do Mundo, obra dirigida por Sunao Katabuchi e produzida pela MAPPA. Ela contou episódios da época da dublagem e conversou sobre as obras da MAPPA.

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Neste Canto do Mundo, no qual Non atuou como protagonista sob esse nome artístico, completou 10 anos desde sua estreia nos cinemas em 2016. Ao ser questionada sobre como surgiu a oportunidade de participar do elenco, ela relembrou aquela época: "Fui chamada pelo diretor Katabuchi, que me perguntou se eu toparia dar voz à Suzu. Experimentei fazer a voz e acabei sendo escolhida. Havia um mundo que se expandia de um jeito que fazia parecer que a história daquela animação realmente existia, e eu tinha certeza de que, se não conseguisse dar essa voz à Suzu, com certeza me arrependeria para sempre".

Ela também falou sobre o carinho intenso que sente pela obra: "Foi meu primeiro trabalho depois de me tornar a 'Non', então, como eu (na carreira como Non) tenho a mesma idade que este filme, é uma obra pela qual sinto um apego muito forte. Eu tinha certeza de que seria uma obra especial também para este novo começo como atriz, e sentia como se fosse uma missão, pensando: 'Eu tenho que fazer isso, sem falta!'".

Ao falar sobre as diferenças entre atuar em live-action e em animação, ela comentou: "A forma de expressão é diferente, então a maneira de usar a voz também muda completamente. É como se fosse outra parte do corpo que a gente usa, e sinto que a animação exige elementos ainda mais técnicos. A gente atua sem usar expressões corporais nem faciais. Quando eu gravei minha voz, as imagens ainda não estavam prontas, e eu atuava recebendo a direção do diretor. Ia atuando tateando no escuro, tentando captar a imagem que existia na cabeça do diretor, mas me concentrava no momento em que a Suzu se movia e colocava minha alma inteira na atuação", relembrou sobre a época da dublagem.

Ela continuou dizendo, antes: "É difícil de explicar", e também comentou sobre a diferença de expressão entre live-action e animação: "Na hora de criar uma obra, seja ficção ou não-ficção, surgem essas 'mentiras' permitidas nas imagens, recursos de dramatização aceitos na produção. A 'mentira' do palco e a 'mentira' das imagens já são diferentes, mas a 'mentira' do live-action e a da animação são completamente diferentes, e acho que a da animação tem um leque de possibilidades infinito. Acho que tive bastante dificuldade justamente em atuar captando esse tipo de 'mentira' da animação", contou.

Sobre a direção do diretor Katabuchi, ela relembrou: "Ele me dirigiu com muito cuidado e atenção aos detalhes. Acho que foi realmente muito bom poder fazer esta obra com alguém que se dedica com tanta seriedade ao trabalho e que também se envolve tão profundamente com os atores, e eu ficava bombardeando o diretor de perguntas enquanto encarava o papel da Suzu".

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